Sou do tempo em que ser avó era ser velha, velha meeesmo, velhiiiinhaa.... se quiserem, sem esses eufemismos de terceira idade, melhor idade... Vejo-os como jeitos de escamotear as agruras e necessidades desse momento de vida, onde o Con_dor voa mais alto. De qualquer forma, em vários momentos eu ainda me divirto com o que me acontece. Precisei fazer uma nova carteira de identidade (pois a anterior está extremamente desgastada, como a dona) e fiquei surpresa com as diferenças entre aquelas duas mulheres que me olhavam: uma com 30 anos, outra com 65 e de ambas comigo mesma. Eram diferentes de mim, nesse aqui e nesse agora. Minhas experiencias rotineiras de avó saboreando as delícias de conviver com o Gabriel (2 anos) e com o Bernardo (9 meses) apontavam-me um mundo a ser descoberto e um futuro explodindo pela frente... (para eles, não para mim). Essa mesma experiencia de avó jogava-me no claro-escuro de um por_vir marcado por um prazo de validade: qual seria a data do meu?
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
quinta-feira, 1 de abril de 2010
segunda-feira, 29 de março de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
sábado, 6 de março de 2010
Primos do Bernardo
Avós do Gabriel
Natal
sexta-feira, 5 de março de 2010
Sala de parto
quinta-feira, 4 de março de 2010
Oferenda
Tia-avó Carmen e Susana


Entre dar e receber, as mãos conversam entre si
Não sei se afirmam sorrisos, ou se choram o não-lembrável
Talvez se façam intocáveis, pelas dores já sentidas.
Percebo murmúrios e reconheço, no toque das mãos,
Momentos que ora nascem ou se perdem nas lembranças
Tecendo na casualidade dos gestos o que fica e transforma.
Cecília Osowski
quarta-feira, 3 de março de 2010
Bichinhos queridos
segunda-feira, 1 de março de 2010
domingo, 28 de fevereiro de 2010
sábado, 27 de fevereiro de 2010
O primeiro Dia das Mães
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